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Pilotos afirmam que faltam equipamentos no Campo de Marte
Novembro 7, 2007, 12:11 am
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Após a queda do Learjet 35, pilotos afirmam que faltam equipamentos no Aeroporto Campo de Marte, na zona norte de São Paulo. No entanto, o coronel Carlos Minelli descarta a possibilidade de novos instrumentos no local.

Na tarde do último domingo, quatro de novembro, um avião executivo de pequeno porte caiu sobre duas casas na Casa Verde. O acidente matou oito pessoas.

Esta tragédia gerou uma nova polêmica: o Campo de Marte é um lugar seguro mesmo localizado em uma área residencial? Especialistas acreditam que sim, mas vários pilotos que trabalham a anos no local afirmam que faltam instrumentos indispensáveis, principalmente para os dias de chuva.

“Esses equipamentos fazem muita falta. Se o tempo está fechado, a gente não decola. Os instrumentos nos orientam, são fundamentais”, afirmou o piloto João Lapenta.

Porém, o coronel Carlos Minelli de Sá, do Serviço Regional de Proteção ao Vôo, descartou a possibilidade de instalar tais instrumentos por uma questão de risco aéreo. “Se você operar por instrumentos no Campo de Marte, vai haver interferência em Congonhas e Guarulhos porque Marte fica próximo a eles”, explicou.



“Livro Livre”
Outubro 30, 2007, 10:50 am
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Diversas ações sociais e culturais são praticadas anualmente pela CPTM (Companhia Paulista de Transporte Metropolitano). Dentre elas encontram-se a Campanha de Prevenção ao Uso e Abuso do Álcool e outras Drogas; Combate a Dengue, Aids e Doenças Sexualmente Transmissíveis; Combate ao Fumo; Vacinação contra Poliomielite; Campanha do Agasalho, entre outras que visam colaborar para a melhoria da qualidade de vida da população.

Pelo segundo ano, a empresa adere ao movimento “Livro Livre”, que tem como objetivo promover a circulação dos livros ao invés dos mesmos ficarem guardados na estante.A empresa preparou para esta segunda (29) e terça-feira (30) a distribuição de 1750 livros pelas seis linhas que compõem os sistemas de trens de São Paulo.

A CPTM acredita que pode transformar a cidade em “uma grande biblioteca a céu aberto”, mas para isso é necessário que os exemplares sejam devolvidos aos trens após serem lidos.

Consulte o site da CPTM para mais informações:

http://www.cptm.sp.gov.br/E_SOCIAIS/campanhas.asp



Ensino superior de SP tem inadimplência de 23,7%, diz sindicato
Outubro 16, 2007, 5:15 pm
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O Semesp (Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo) divulgou uma pesquisa segundo a qual 23,7% dos alunos do ensino superior particular do Estado estavam inadimplentes. Os dados analisados são do primeiro semestre deste ano. O número é 6,38% maior que o de 2006.  Na região metropolitana de São Paulo, o índice de inadimplência sobe para 31,1% e, no interior, cai para 16,1%.  Em nota, o presidente do sindicato, Hermes Ferreira Figueiredo, classificou a situação como “inaceitável”. Para ele, a solução seria o Congresso aprovar um projeto de lei que derrubaria o impedimento de aplicar penalidades pedagógicas a alunos inadimplentes. “Apenas no nosso setor a pessoa que não paga pelo serviço que contrata é beneficiada”, afirmou.



Consumo de drogas nas escolas
Outubro 9, 2007, 1:40 pm
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De Janeiro a Agosto deste ano, foram registrados 147 casos de uso e tráfico de drogas em colégios da capital paulista. O maior problema se encontra nas escolas públicas, mas segundo o NAPE (Núcleo de Apoio e Proteção ás Escolas) as particulares não ficam muito atrás. 

O delegado titular da 1ª Delegacia do NAPE, Carlos Roberto Alves Andrade, revelou que a diferença existente entre as escolas é a de que nas particulares são poucas as denúncias efetuadas, elas ocorrem quando pais encontram algo de errado no armário dos filhos. Já nas públicas, elas são feitas por meio dos diretores, professores e alunos. 

Outra diferença perceptível é que nas primeiras são encontradas drogas mais caras – comprimidos de ecstasy chegam a custar R$50,00 cada. Enquanto nas segundas há ocorrências das mais baratas – uma pedra de crack custa em média R$5,00.

 As investigações praticadas pelo NAPE usam como base as denúncias feitas pelo 0800-111718. A fim de solucionar o problema, são realizados trabalhos de campo pelas equipes de Ronda Escolar. Para isso a Polícia Militar conta com 1008 homens distribuídos pelos 25 batalhões da capital. 

A prioridade da PM são as escolas estaduais, mas não deixam de prestar ajudas às municipais e particulares. 

Links relacionados:

 http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL146407-5605,00-ESCOLAS+DE+SP+TEM+UM+CASO+COM+DROGA+POR+DIA.html 

http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL85345-5605,00.html

http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL83543-5605,00.html



Homicídios de São Paulo correspondem a 1% do índice mundial
Outubro 2, 2007, 6:22 pm
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É melhor os paulistanos se cuidarem. Um relatório da ONU (Organização das Nações Unidas) divulgado ontem, dia primeiro de outubro, mostrou que São Paulo concentra 1% dos homicídios do planeta sendo que a cidade corresponde a apenas 0,17% da população mundial. 

A pesquisa foi preparada especialmente para o Dia Mundial do Habitat, cujo tema deste ano é “Cidade Segura, Cidade Justa”. 

O objetivo do documento é mostrar que o crescimento desacelerado das grandes cidades pode causar sérios problemas, principalmente para a segurança. 

E esse aumento populacional não é diferente aqui em São Paulo, não é mesmo? A cidade expandiu cerca de 171% entre as décadas de 40 e 60. Já entre 1970 e 2000, a taxa diminuiu para 5%, o que não é uma vitória para uma cidade que contém 180 milhões de habitantes. 

O relatório da ONU ainda apontou que os homicídios de São Paulo e Rio de Janeiro juntos correspondem a metade dos assassinatos do Brasil. 

Resposta 

Após o relatório ser divulgado, o coordenador de análise e planejamento da Secretaria de Segurança Pública, Túlio Kahn, foi entrevistado pelo jornalista Milton Jung, da rádio CBN. 

Kahn afirmou que os dados utilizados na pesquisa são desatualizados e correspondem ao ano de 1999. De acordo com o coordenador, nos últimos sete anos São Paulo abaixou 60% do índice de homícidios mostrado no documento da ONU.  

E mais, a cidade hoje é considerada pela UNESCO, órgão da própria ONU, como um exemplo de sucesso ao combate de crimes violentos se igualando a cidades como Nova York e Bogotá. 

Será?

Ana Paula Rocha



Tarifa de ônibus sobe mais de 110% desde 2001
Setembro 25, 2007, 2:57 pm
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As tarifas de ônibus urbano lideram o aumento de preço do transporte público no país entre janeiro de 2001 e agosto de 2007, com alta de 110,61%. Segundo estudo divulgado pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) nesta sexta-feira, todas as categorias de transporte público, com exceção das barcas, tiveram reajuste de tarifas superior à inflação medida pelo IPC (Índice de Preços ao Consumidor) no período, de 54,92%.Os trens apresentaram acréscimo nas tarifas de 94,04% entre 2001 e agosto de 2007, o metrô, de 82,61%, o táxi, de 72,86%, o transporte escolar, de 64,94%, o ônibus interurbano, de 63,75%, e as barcas, de 49,65%. Segundo a pesquisa realizada pelo economista André Braz, do Ibre (Instituto Brasileiro de Economia) da FGV, os gastos com transporte público comprometem cerca de 6% do orçamento doméstico entre 1 e 33 salários mínimos. “Para famílias com orçamento entre 1 e 2,5 salários, os gastos com transportes saltam de 6% para 12%. O transporte público é uma despesa que pesa e restringe o orçamento familiar”, explica Braz. O destaque nos gastos com transporte público fica por conta do ônibus urbano, que responde, em média, por 70% da despesa das famílias com deslocamento. Para Braz, o aumento acumulado na tarifa do ônibus público urbano entre 2001 e agosto de 2007 pode ser explicado pelo reajuste de 149% no óleo diesel no mesmo período. “O óleo diesel é o principal combustível usado pela frota de ônibus. Mas o setor também tem uma estrutura muita pesada, com salários e pessoal, que aumenta o custo do transporte”, diz o economista. Neste ano, até agosto, a tarifa do transporte público acumula alta de 2,16% –ante IPC medido pela FGV de 3,23%. Para Braz, o resultado indica a possibilidade de o setor fechar 2007 com a menor taxa de crescimento dos últimos sete anos. No período, a menor expansão foi apontada em 2004, aos 3,89%. De lá para cá, verificaram-se altas de 12,82% em 2005 e 10,21% em 2006. “Na média, os reajustes em 2007 estão abaixo da média dos últimos sete anos. Mas o resultado não está definido ainda, porque não há um calendário de reajustes do setor, como na telefonia e em energia elétrica. Temos quatro meses pela frente, uma janela pequena para reajustes. Vai depender da intensidade dos reajustes”, afirma Braz. No acumulado deste ano até agosto, o ônibus urbano teve a tarifa reajustada em 2,66%, o trem urbano, em 0,63%, o metrô, em 0,16%, o transporte escolar, em 6,08% e o ônibus interurbano, em 1,32%. A tarifa do táxi teve queda de 1,80%, e a da barca, de 5,01%. A pesquisa da FGV considera os preços das tarifas de sete cidades do país — Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Brasília, Salvador e Recife– onde o IPC é apurado.  



Mutirão de limpeza na Guarapiranga recolhe 70 toneladas de lixo
Setembro 18, 2007, 2:35 pm
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Cerca de 150 pessoas participaram, na manhã deste sábado, de um mutirão para limpar a represa Guarapiranga, em São Paulo. Desde o dia 12, quando a ação de limpeza foi intensificada, 70 toneladas de lixo já foram retiradas da represa, um dos principais mananciais da cidade. O grupo percorreu cerca de 10 km pelas margens da represa, entre a foz do córrego São José e as comportas da barragem no bairro do Socorro. Foram retirados os detritos das margens e o lixo flutuante da represa. Para recolher o que era retirado pelos voluntários, foram utilizados quatro caminhões, três barcos, duas máquinas retroescavadeiras e 20 contêineres para colocação do volume recolhido. O grupo foi formado por voluntários, escoteiros e 35 funcionários da prefeitura e Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo). O prefeito Gilberto Kassab (DEM) também participou. De acordo com a prefeitura, o objetivo do mutirão é conscientizar a populaçao da necessidade de redução da poluição da represa. Além da retirada do lixo, foram distribuídos sacos de lixo e folhetos explicativos aos moradores. Entre os meses de março e setembro, foram retiradas cerca de 200 toneladas de lixo do local. O mutirão de limpeza prossegue no local até o próximo dia 21.



COMEMORAÇÃO DA INDEPENDÂNCIA DO BRASIL
Setembro 11, 2007, 11:10 am
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No último feriado, dia 07 de setembro, saíram da cidade de São Paulo aproximadamente  1,3 milhões de veículos sentido interior e litoral. No entanto, parte do congestionamento da sexta-feira teve como causa o desfile em comemoração à Independência do Brasil no Sambódromo de São Paulo. Foram registrados 25 Km de vias congestionadas ao redor do local. Segundo os organizadores, 30 mil pessoas assistiram à parada. O movimento de famílias era grande nos acessos ao Anhembi.  

As 9h o governador de São Paulo, José Serra, deu início às comemorações cívicas e militares do dia 07 de setembro. O desfile contou com a participação de 7500 pessoas, entre civis e militares. Cento e trinta homens a cavalo, cinco tanques blindados com canhões, carros antigos da PM, cadetes da academia militar e deficientes físicos da polícia militar estavam entre as entidades que cruzaram o Sambódromo. Pelo Segundo ano consecutivo, uma grande banda formada por 600 jovens músicos estudantes de 16 escolas municipais abriu o desfile cívico e militar. A banda foi o maior agrupamento a se apresentar no Sambódromo. A presença dos estudantes reforçou o tema escolhido para a Semana da Pátria de 2007: Educação. Segundo o ministro da Educação, Fernando Haddad, o governo está confiante nos resultados do Plano de Desenvolvimento da Educação: “Para nós, o dia da Independência é sempre o dia da Educação”.  

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Dentre as figuras políticas, além do governador José Serra; o prefeito da cidade Gilberto Kassab e os secretários estaduais de Segurança Pública, Ronaldo Marzagão, e da Justiça, Luiz Antônio Guimarães Marrey acompanharam a cerimônia que terminou as 12h.



Ataques de Pit Bull preocupam paulistanos
Setembro 4, 2007, 10:14 pm
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A polêmica envolvendo cães da raça pit bull está em evidência. Somente no último final de semana, de acordo com a Secretaria de Segurança Pública, três casos de ataques envolvendo esses cães foram registrados. Além disso, na sexta feira (31) um aposentado morreu após ser atacado por um pit bull. 

Os dois primeiros casos ocorreram no sábado. Em Taboão da Serra, uma mulher de 38 anos andava pela rua quando um cão a atacou. Ela foi mordida na perna e levada para o Hospital da cidade. O outro caso aconteceu na zona oeste de São Paulo quando uma mulher passeava com seu cão chow chow e foi atacada por um pit bull. 

Já no domingo a vítima foi uma criança. Não divulgada a idade do menino, de acordo com informações do Corpo de Bombeiros, ele teve ferimentos nos lábios, mas foi socorrido rapidamente. 

E a preocupação continua. O pit bull sempre foi um motivo de alerta para a sociedade. A raça foi modificada geneticamente para criar cães de combate. Dependendo do seu treino, eles podem se tornar muito agressivos. No entanto, há aqueles que dizem que essa é uma característica da raça. 

Graças a essa agressividade, a lei 8.354/02 foi criada para a regulamentação da posse e criação dos pit bulls. Dentre suas especificações, o decreto proíbe que os cães andem pelas ruas sem o uso de focinheiras e correntes e permite que somente maiores de 18 anos possam conduzir o animal. 

Mas mesmo assim os ataques continuam. De quem é a culpa? Dos donos dos cães ou isso é próprio da raça pit bull?

Ana Paula Rocha



Começa teste de flotação para despoluir o Rio Pinheiros
Agosto 28, 2007, 4:02 pm
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              A flotação do Rio Pinheiros, na zona sul de São Paulo, mobiliza a comunidade científica brasileira e poderá virar referência mundial. A técnica de limpeza de águas poluídas nunca foi usada em grande escala. Além disso, nunca foi feito um raio X tão completo dos principais corpos d’água da capital quanto agora. A flotação consiste em injetar polímeros que flutuam na água e nos quais a sujeira adere.
              Ontem, começaram a ser colhidas as amostras de água em 16 pontos do Pinheiros, do Tietê e das represas Billings e Guarapiranga. Segundo a professora de Engenharia Ambiental da Escola Politécnica da USP, Mônica Porto, que acompanha a experiência, serão feitos 195 exames diferentes, alguns provavelmente fora do País.
              A flotação começa no fim do mês. Porém, segundo acordo firmado entre o governo e o Ministério Público Estadual, que permitiu a experiência, é preciso verificar a poluição da água antes, durante e depois da experiência, que irá durar seis meses. Há dez anos, a flotação é impedida na Justiça. Entre as principais críticas, está a de que o processo apenas limpa a água e não a torna potável e de que não há como de retirar substâncias como pesticidas. Como o Pinheiros é bombeado para a Billings, essa água acabará no copo de muitos moradores da Grande São Paulo. A carga de poluição do rio é muito elevada. Ainda não se sabe da eficiência da flotação para um caso assim.