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Doce Páscoa – sem chocolate
Abril 6, 2009, 4:08 pm
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Na Doce de Laura a Páscoa pode ser mais saborosa e diferente. A doceira gaúcha criou os simpáticos coelhinhos de pão de mel, um mimo a mais para sua família.biscoitos-de-mel-em-formato-de-coelhinho-011

Quem se lembra da brincadeira de esconder os ovos para as crianças na Páscoa? Pois a Doce de Laura sugere uma variação: esconder também os coelhinhos. A Páscoa celebra doces momentos em família e as criações exclusivas da Doce de Laura são uma opção para presentear os queridos nessa ocasião tão especial. Biscoitinhos de mel em forma de coelhinhos, o clássico Bolo de Páscoa, bolinhos de mel com pasta americana, tortinhas em versão mini e o bolo de pão de mel, são as sugestões para comemorar a data de uma forma diferente.

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Os Biscoitos de Mel em formato de coelhinhos são uma atração para as crianças. Deliciosamente desenhados com glacê e confeitos coloridos, embalados em saquinhos de 150 gramas; os mimos custam R$8,00 o pacote ou R$48,00 o quilo.

Doce de Laura:

R. Aspicuelta, 27 -  Vila Madalena – São Paulo/SP

Fone: (11) 3811-9669

www.docedelaura.com.br



DOCES FESTAS COM DOCE DE LAURA
Dezembro 11, 2008, 6:06 pm
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Bolos e tortas, biscoitos de mel, torta de nozes, pudim de claras, clássicos indispensáveis para as festas – o Doce de Laura tem a receita certa para celebrar esses momentos com doçura.

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A doceira Laura Estima traz receitas tradicionais para as festas. Para a Ceia, as comemorações, as mesas festivas e os momentos de presentear, as opções em doces do Doce de Laura estão na mesa:

Nas versões mel e chocolate, o Bolo de Natal é receita que pertence às tradições familiares da doceira. Macia e generosa, a massa é recheada com frutas secas e finalizada pela cobertura de glacê colorido e frutas. Um mimo para presentear e uma deliciosa opção para inovar à mesa. Em formato redondo, o bolo está disponível em três tamanhos: pequeno, médio e grande. A partir de R$ 45,00.


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O Bolo de Nozes é uma delícia que começa por encher os olhos – e depois a boca. A receita tradicional, que remete às doces lembranças de família, combina a massa com nozes com cremoso doce de ovos (ou baba de moça) e uma bela cobertura de marshmellow. O bolo custa R$ 43,00 o quilo.

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Os Biscoitos de Mel têm formatos variados inspirados na temática natalina – uma atração especial para as crianças. Deliciosos e divertidos, são cobertos por glacê colorido. Perfeitos para presentear, agradam ao paladar de toda a família. Custam R$ 55,00 o quilo.

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Tradicional do Natal, o Bolo Olga é puro deleite, composto pela clássica massa de bolo de chocolate, exageradamente recheada por doce de ovos, ameixas e passas, sob a cremosa cobertura de doce e fios de ovos combinados a cerejas e frutas secas. R$ 39,00 o quilo.

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Perfeito para qualquer ocasião, o Natal especialmente não poderia passar sem o irresistível Pudim de Claras. Representando a mais autêntica interpretação da doçaria portuguesa, o quitute é para encher a colher de prazer que desmancha na boca. Leve na essência, crocante na estrutura e caramelado na medida, o pudim pode ser acompanhado por creme de baunilha ou de ovos. A unidade com um pote de creme de baunilha custa R$ 35,00 e a embalagem de 400 gramas de doce de ovos sai por R$ 12,00.

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A Torta de Nozes Pecan da Laura é marca registrada da doceira e não poderia ficar de fora do cardápio de festas. O incomparável sabor das pecans carameladas a torna um dos doces mais especiais presentes à mesa das comemorações. R$ 39,00.

Dezembro 2008

Informações para a imprensa: Estimacom & Tognella

Luiza Estima luiza@estimacom.com.br e Heloísa Gonçalves estima@estimacom.com.br

(11) 3661.8327

www.estimacom.com.br



Pizza, o prato que é a cara de São Paulo
Novembro 15, 2007, 5:37 pm
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O SP na mesa divulgou hoje o resultado de sua enquete sobre qual o parto que melhor representa a cidade de São Paulo e nçao foi surpresa que a receita eleita foi a da Pizza Margherita.

Na “capital brasileira da pizza”, é possível escolher entre a tradição da “legítima napolitana”, feita com receita original trazida há mais de um século pelos imigrantes, ou aventurar-se por novidades gastronômicas que desafiam qualquer paladar, como a pizza de kani com shoyo e a de pasta de brigadeiro com sorvete de creme.  

A origem
 
No Brasil, a pizza chegou com os imigrantes italianos, que se estabeleceram principalmente nos bairros do Brás e do Bexiga, na capital paulista. A receita que trouxeram era bem diferente do alimento rústico aprendido com os seus antepassado. Os napolitanos haviam acrescentado à massa dois ingredientes definitivos: o molho de tomate e o orégano. Também já usavam alguns poucos tipos de cobertura, principalmente mussarela, lingüiças, calabresa e aliche. 

Quantas pizzas são consumidas em São Paulo por ano? 

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Os números mais recentes, divulgados pela Abredi em 1997, dão conta de que naquele ano, somente na capital paulista, foram consumidos mais de 7 milhões de discos por mês, o que dá a impressionante marca de 84 milhões de pizzas por ano. A pesquisa indicou ainda que havia cerca de 2.600 pizzarias na cidade, com estimativa de um aumento de 20% no ano seguinte. Se considerarmos outros canais de produção e distribuição, como os deliverys, rodízios e o segmento de pizzas congeladas, tem-se uma idéia das dimensões do negócio.  

Variedade 

Mais de um século depois da chegada dos italianos, é impossível saber quantos tipos de pizza existem no Brasil, especialmente em São Paulo. O prato tornou-se tão popular, que a cidade comemora há 15 anos o Dia da Pizza. Tudo começou em 1984, com a criação de um concurso anual para eleger as 10 melhores receitas de mussarela e margherita. O dia da finalíssima, 10 de julho, foi definido como a data oficial para comemorar a existência da pizza. O dono da idéia foi o Secretário de Turismo do Estado à época, Caio Luís de Carvalho.
São Paulo transformou o prato simples e domingueiro dos italianos em um negócio altamente rentável, que envolve uma extensa cadeia de fornecedores e distribuidores, gerando milhares de empregos diretos e indiretos. A cidade conta também com o Clube da Pizza, que promove a integração entre os estabelecimentos associados.
  

Inovação nos sabores e massas 

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A cada dia que passa surgem novas espessuras, tamanhos e sabores para as pizzas paulistanas; pizza doce, frita, quadrada, double-deck, “naturalista” ou aperitivo. Não há limites para a criatividade nas mais modernas pizzarias da cidade, que enfrentam o prestígio das casas mais tradicionais. As mais populares atualmente são as doces. Feitas com a mesma massa que as de recheio salgado, as pizzas doces variam e inovam constantemente. Sabores como brigadeiro, banana, abacaxi, maçã, morango com chocolate, nutella, prestígio, doce de leite, beijinho, romeu e julieta e até mesmo de sorvete têm sido pedidos com grande intensidade nas pizzarias que as oferecem.

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 Já para algumas outras pizzarias tradicionais, inovação é um termo definitivamente descartado. Para essas casas, a verdadeira pizza napolitana tem que ter massa grossa, recheio na quantidade certa e cobertura de queijo, lingüiças variadas, atum ou aliche. Nem uma azeitona a mais. Alí, não se admite sequer o uso de rolos de macarrão: os discos são abertos com as mãos, os fornos são a lenha e os clientes jamais encontrarão no cardápio a badalada pizza doce, que faz sucesso atualmente em algumas pizzarias paulistas  

Algumas das mais famosas pizzarias de São Paulo

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“São Paulo conta hoje com cerca de 15 pizzarias realmente tradicionais”, diz Antônio Carlos de Toledo, que há 16 anos comanda o sempre lotado Margherita, conhecido pelos seus discos de massa fina com borda crocante, oferecidos em 40 sabores. Nessa casa, as antigas origens estão presentes em cada detalhe, como na decoração típica e nas mesas cobertas com toalha xadrez verde e branca ou vermelha e branca.Foi no Margherita que surgiu a primeira pizza de catupiry, em 1981. Mas a grande vedete do seu cardápio é a pizza que deu nome à casa. A margherita, que leva as cores da bandeira italiana – queijo branco, manjericão e tomate -, em homenagem à rainha Margherita, é a mais pedida, seguida da pizza de rúcula com tomate seco e mussarela. Tradicional, mas não ortodoxo, o Margherita apresenta algumas criações exclusivas, com destaque para uma farta pizza de dois andares, a double deck.

Um exemplo de fidelidade irrestrita às tradições é o Castelões, a mais antiga pizzaria da cidade, que funciona desde a sua inauguração, em 1927, no bairro do Brás. Até bem pouco tempo, a casa mantinha em seu cardápio apenas oito opções de pizza, as mais tradicionais: mussarela, calabresa, aliche, alho e óleo, provolone, Castelões, catupiry e escarola. A receita é a mesma desde o início: massa amanhecida na geladeira – feita com farinha de trigo, fermento, água, sal e óleo -, que se transforma em discos grossos com bordas altas e crocantes. Buscando desfrutar da magia proporcionada pelo apego à tradição, os clientes submetem-se com prazer a longas esperas na porta dessa pizzaria ortodoxa.  

Dados curiosos 

1. História 

A primeira pizza redonda foi criada em 1889, em homenagem à rainha da Itália, Margherita. Preparada com ingredientes com cores da bandeira italiana (queijo branco, manjericão e tomate), a pizza  margherita é hoje uma das mais pedidas em São Paulo. Em sua origem, na Itália, a pizza era comida dobrada ao meio, como um sanduíche.A pizza Portuguesa (presunto, ovos cozidos, cebolas e azeitonas pretas) e a de Atum foram as primeiras alternativas às tradicionais mussarela, lingüiça, calabresa e aliche. 

A Rede Domino’s Pizza entrega quase 300 milhões de discos nos Estados Unidos. A cobertura de Lula é a mais vendida pela rede no Japão, enquanto que na Guatemala a mais popular leva molho de feijão preto. Já os colombianos preferem a pizza sabor goiaba.Uma novidade em São Paulo é a massa de pizza para fritar. A empresa Morgado e Mattos Comércio de Produtos Alimentícios, que já vendeu no estado 150 mil frigideiras para fritar pizzas, pretende levar o produto a outras regiões do Brasil.

2. Sabores

Lula – com massa negra preparada com a tinta do mulusco (I Vitelloni).

Coração de frango (Dom Feliciano)

Salmão defumado (Sala Vip).

Brigadeiro Faria Lima – com pasta de brigadeiro, castanha de caju picada e sorvete de creme (Bar e Restaurante Morro de São Paulo).

Coppelia- com folhas de agrião refogadas e pistache moído – (Coppelia).


DICAS:

Confira algumas dicas do Idec na hora de adquirir massa pronta para pizza:

Certifique-se se a temperatura do balcão frigorífico é igual ou mais baixa que 10 graus.Dê preferência às marcas com validade até 30 dias.

Verifique se o produto está livre de bolores ou endurecimento.

Observe se traz as informações obrigatórias, como endereço do fabricante, número do lote, aditivos e advertência sobre glúten.

Prefira as marcas que trazem rótulo completo, incluindo informações nutricionais, de conservação e de preparo do produto.

  Heloísa Gonçalves Pinto



Derrubados por competidores ou pelo ponto zicado?
Novembro 1, 2007, 1:45 am
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A lista de restaurantes falidos em São Paulo é imensa

Segundo dados da Associação Brasileira de Restaurantes e Bares (Abrasel), dois terços das novas casas abertas fecham antes mesmo de completar um ano. A estatística se confirmou com o fechamento do restaurante Blu. Enquanto outros dois casos de falência recente, mostram que a competição gastronômica em São Paulo está acirradíssima. 

Falências inexplicáveis

Em julho, o restaurante Blu (que faria um ano em agosto) divulgou seu fim. Houveram inúmeras tentativas de ascenção, como a contratação da chef Paola Carosella, mas nem o renome da nova chef, nem os sócios badalados (Álvaro Garnero e o ator Fábio Assunção) conseguiram mantê-lo em funcionamento.

Dizem que foi o “ponto micado” que ocasionou o fechamento das portas do badalado estabelecimento. Instalado no número 225 da Rua Amauri, onde também já esteve outro restaurante que veio a falir (Via Amauri), o estabelecimento não teria sofrido bons agouros na escolha do terreno.

Além do Blu, esse ano, muitas outras casas baixaram as portas. O Clo, aberto pela experiente chef uruguaia Clo Dimet e o Santi, que teve seu cardápio elaborado por Douglas Santi (seguindo a linha contemporânea, com toques mediterrâneos, franceses e italianos), também não conseguiram se manter em funcionamento.

O assunto tem repercutido muito entre os gastrônomos, sendo alvo de constantes expeculaçôes, mas ninguém sabe explicar de fato quais foram os reais motivos para tantas falências.

A crença de que o ponto pode atrapalhar o sucesso da casa é tão geral que estabelecimentos como o restaurante Gabriel, inaugurado no ano passado, na Alameda Gabriel Monteiro da Silva (no lugar que não tinha trazido muita sorte ao Gil Café), contou com a ajuda da cabala para acrescentar uma letra ao seu número e deixar as energias negativas de fora.    

Apesar de toda negatividade que tais fatos trazem consigo, a dificuldade de se manter no meio tem aspectos positivos para o consumidor. As casas terão de se esforçar ao máximo, criando inovações constantes e melhorando gradativamente cardápios e ambientes, o que dará conforto e satisfação máximas para seus visitantes.  

Gabriel

O restaurante contou com a cabala para purificar o ponto zicado.

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Depois de toda a preocupação dos donos para com a agradabilidade do ambiente, vale a pena visitar o restaurante Gabriel. 

Erguido no mesmo terreno que já abrigou outras casas gastronômicas, o restaurante teve uma ajudinha da cabala para deixar as energias negativas de fora e começar uma trajetória de sucesso. Com uma letra acrescida ao número do local, ele surge com um ambiente descolado assinado por Sig Bergamin.

Enquanto o conceito marroquino decora a casa, a culinária árabe-mediterrânea de Benon Chamilian monta o amplo menu, que possui desde as mezzés (antepastos árabes) e tapas (petiscos espanhóis) a saladas e grelhados. Entre os destaques, estão o arroz de pato (típico português); a Cavaquinha Boreas (com molho de gengibre, laranja e ovas) e o Frango Chamsin (grelhado e recheado com uvas, molho de iogurte e arroz sete grãos).   O bar conta com a presença da bar-woman Talita, que já trabalhou em Londres, Match e em Nova York, Café Latino. Na carta de bebidas podemos encontrar drinks elaboradíssimos como o Red Habib Fog (com arak, suco de uva e abacaxi) e o Jack Jones (bourbon, grand manier, laranja e espumante). 

Alameda Gabriel Monteiro da Silva, 1424
Jardim Paulistano – Zona Sul
55 11 3063-5400

Heloísa Gonçalves Pinto



Dia das crianças
Outubro 11, 2007, 11:38 pm
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O dia da criança no Brasil 

No Brasil, na década de 20, o deputado federal Galdino do Valle Filho propôs um dia dedicado às crianças; depois de aprovado pelos deputados foi escolhido o dia 12 de outubro, que foi oficializado como Dia da Criança pelo presidente Arthur Bernardes, por meio do decreto nº 4867. Baseadas no sucesso da “Semana do Bebê Robusto” de 1995, criada por Eber Alfred Goldberg (diretor comercial da Fábrica de Brinquedos Estrela) e a Johnson & Johnson, muitas empresas decidiram criar a Semana da Criança, para aumentar os lucros. O que tornou 12 de outubro em uma das datas mais importantes para o setor de brinquedos e, é claro, para o de alimentos. Não são só os brinquedos que tem espaço nessa festa, salgadinhos, lanches, bolinhos, biscoitos, balas, pirulitos, chocolates, docinhos, bolos, tortas, mousses, pudins, pés-de-moleque, pastéis, churros, pipocas, sorvetes, entre tantas outras guloseimas, são essenciais no dia doze de outubro.  

Aonde ir na semana das crianças? 

Amor aos pedaços

A tradicional doçaria Amor aos Pedaços preparou uma linha divertida para o Dia das Crianças. Mini Bola de futebol de chocolate branco com recheio de brigadeiro, Bruxinhas recheadas com doce de leite, bicho-de-pé e brigadeiro, Pães-de-mel nos formatos de aviãozinho, carrinho e bonequinha passam a fazer parte das opções de presentes que vão deixar a data mais divertida e saborosa.

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Amor aos pedaços

Era Uma Vez Um Chalezinho…

A garotada tem endereço certo para o dia 12 de outubro, num restaurante que o próprio nome remete aos contos de fadas: Era Uma Vez Um Chalezinho… presenteia os guris que forem jantar com os pais com uma mini fondue de chocolate especial ( acompanha frutas, bolachinhas e bolinho). Em forma de Chalé o restaurante parece mais um casa de boneca e mexe com a imaginação da criançada.
 

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Era uma vez um chalézinho
R. Itapimirum, 11 – Morumbi –
Tel: (11) 3501-9322 

Restaurante Sinhá

O Restaurante Sinhá, em Pinheiros, comemora o Dia das Crianças, sexta-feira, dia 12 de outubro, com uma ampla variedade de pratos em seu bufê (R$ 18,50).
Para agradar as exigências dos pequenos, o chef Julio Bernardo dará destaque para três receitas em especial:O saboroso Hambúrguer caseiro, servido ao ponto e acompanhado por molho barbecue, para as batatinhas fritas servidas bem crocantes e também para os deliciosos e sequinhos chips de abobrinha, que além de saborosos, agradam ao paladar das crianças e as exigências nutricionais das mamães.
Para a sobremesa o chef evidenciou a sobremesa mais simples e mais saborosa, o brigadeiro de colher, bem feito e  servido generosamente por apenas R$ 3,80
.
 

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Restaurante Sinhá  

Rua Antônio Bicudo, 25 – Pinheiros – Tel: (11) 3081-4627 // (11) 3083 6849. 

Churrascaria Vento Haragano

Também durante todo o ano, a churrascaria Vento Haragano, utiliza a sala do piso superior para acolher a criançada. Equipada com várias mesas com videogames, muitos brinquedos, bexigas e duas monitoras (três no domingo), as crianças podem brincar durante todo o tempo e quando querem voltar para a mesa, é só pedir.
“Os clientes reclamavam: almoço eu ou minha esposa, pois alguém tem de cuidar das crianças. Resolvemos o problema há seis anos ativando uma sala de pouco uso”, conta Giovani Laste, 32, um dos sócios da churrascaria. Valeu o investimento. Hoje são os pequenos clientes que marcam almoços com os novos amigos. Só no Dia da Criança: pintura no rosto e brincadeiras com presença das três monitoras.

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Churrascaria Vento Haragano
Av. Rebouças, 1.001, Cerq. César – Tel: (11) 3083-4265. 

Praça São Lourenço

O ‘quintal’, rodeado por árvores centenárias e um lago com peixes, é apenas um dos ambientes do charmoso Praça São Lourenço. No endereço, também há uma sala onde três recreadores promovem atividades interativas. Para comer, cerca de 40 sugestões de pratos quentes e saladas, com direito a salsichinha e batatinha. Aos sábados, feijoada, e aos domingos, paella, ambos na área externa. O sucesso é ainda mais evidente quando falamos sobre a torre de chocolate, que verte a bebida usada para embalar frutas. Com todas as atrações anteriormente citadas o ano todo o resstaurante é adorado por pais e filhos, que nesse dia das crianças poderão montar juntos: jogo da velha e vai-e-vem para fazer e levar para casa. R$ 59.

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Praça São Lourenço
R. Casa do Ator, 608, V. Olímpia – Tel: (11) 3044-1434 
 

Mas como controlar a alimentação da criançada?! 

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Segundo a nutricionista Helena Bernardo, colaboradora do CRN (Conselho Regional de Nutricionistas),  alimentos como hambúrgueres, batatinhas, nuggets, coxinhas e quibes devem ser evitados. “As frituras aumentam em 50% as calorias dos alimentos. Uma boa dica é colocar estes alimentos no forno, para que fiquem mais leves e mais crocantes”. Segundo a nutricionista, “A criança até pode comer as chamadas ‘besteiras’, só que de maneira moderada. O importante é que a criança faça três refeições principais por dia e, que as verduras, as frutas e os legumes estejam no cardápio diário”.Helena relembra o fato das crianças comerem fora de casa durante todos os dias letivos e dá algumas dicas para a elaboração da merenda. “Prestar atenção no que a criança come na hora do recreio também é importante”. Ela afirma categoricamente que levar lencheira não é mico nenhum, as crianças que levam lanche de casa tem uma alimentação muito mais saudável, que auxiliará em seu crescimento e aprendizagem.  

3 dicas para montar a merenda escolar:

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1. Lancheira térmica
Deve ser usada para transportar frutas e iogurte, por exemplo. É uma alternativa para conservar estes alimentos, evitando deteriorações causadas pelas alterações de temperatura nos dia quentes.

2. Frutas
As frutas devem ser descascadas e embaladas com papel filme. O objetivo é reduzir o risco de contaminação.

3. O que não levar para a escola
Cachorro-quente, hambúrguer e empanados devem ser evitados, já que são alimentos com alto teor de proteína e podem sofrer alterações, se expostos muito tempo ao calor.

 Mas e as cantinas?
 

As cantinas das escolas devem oferecer um cardápio variado e saudável para as crianças, com várias opções incluindo sucos e frutas. As escolas devem estar atentas para a forma pela qual os funcionários manipulam, embalam e conservam os alimentos. Fique atenta a isso antes de escolher a instituição em que você matriculará seu filho.

Obesidade Infantil

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Apesar de toda a festa, é preciso estabelecer limites, pois o sobrepeso pode provocar hipertensão, diabetes e cardiopatias, entre tantas outras complicações, no futuro. Nos últimos vinte anos a obesidade aumentou cinco vezes, atualmente 10¨das crianças brasileiras são obesas, o que já é um grave problema de saúde pública.A obesidade está ligada a interação de três fatores: genética, 25%; cultural, 30% e o ambiente familiar compartilhado, que se destaca com preocupantes 45%.
Segundo especialistas, a maneira correta de prevenir a obesidade infantil é através da reeducação nutricional alimentar, com programas que envolvam a família toda e não apenas a criança. 

Heloísa Gonçalves Pinto



Duna’s Bar
Outubro 4, 2007, 8:51 pm
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Duna’s Bar 

Para quem gosta do mundo árabe combinado com elegância o Duna’s é o local mais adequado para se visitar. Ele é ótimo para todas as ocasiões, você pode ir sozinho, ou com um amigo, namorado, ou até mesmo com um grande grupo amigos para comemorar por exemplo, aniversário, para tal o local oferece reservas que podem ser feitas pelo site, ou por telefone. A casa não cobra taxa para entrada e ainda o valor para se consumir dentro dela é bem acessível, por essa razão está sempre cheia e de final de semana tem que chegar cedo para evitar filas de espera. Além do excelente cardápio que varia de kibes a pizza fritas, pode-se assistir a diversos espetáculos, inclusive de dança árabe, podendo até marcar aulas com as dançarinas de Dança do Ventre durante a semana, e isso sem mencionar a bela decoração temática do estabelecimento. 

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Uma das maiores sensações do Duna’s é o narguille, ou arguille, que antes de tudo é um símbolo de boa recepção. É uma espécie de cachimbo usado no Oriente, fazendo inclusive, parte da mobília das casas de lá, nas salas de visita ou recepção. Ele é composto de um fornilho, de vários tubos e de um vaso cheio de água aromatizada, onde a essência atravessa antes de chegar à boca, é muito popular, entre todas as idades, a casa o aluga, por um pequeno preço, durante o tempo que você quiser e ainda proporciona essências de vários sabores.

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Sem dúvidas o Duna’s é um lugar muito agradável, da sua culinária fica como recomendação o beirute, que tem de vários tipos, o  OÁSIS (Presunto, Mussarela, Orégano, Maionese, tomate Fatiado), o SHEIK(Atum, Mussarela, Orégano, Azeite, Tomate Fatiado), o HARÉM (Lagarto Fatiado, Catupiry, Maionese, Tomate Fatiado) e o melhor que leva o nome da casa, DUNAS (Presunto, Muss., Lagarto Fatiado, Escarola, Catupiry, Maionese e Tomate Fatiado). 

Programação da Casa:
Segunda e Terça – Os melhores clipes no telão
Quarta – Noite Árabe – Dança do Ventre (ao vivo)
Quinta – Noite Árabe – Dança do Ventre (ao vivo)
Sexta – O melhor da MPB e Internacional (ao vivo)
Sábado – Os melhores clipes no telão
Domingo – Variados Pop, Rock, Reggae, MPB (ao vivo)
 

O Duna’s se localiza na Rua Dr. Virgílio Machado, 104 (Esquina da Av. Tiquatira, Penha).  

Telefones para contato: (11) 6958-0836

Telefone para marcar aulas de Dança do Ventre: (11) 6684-3700

Jenifer R. Rosa



O bairro mais doce de São Paulo
Setembro 27, 2007, 5:03 am
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O “bairro doce” de São Paulo é um dos mais antigos da cidade, separado da Vila Guilherme pelo Rio Tietê e vizinho do Brás, do Belém e da Luz, o Pari tem como principais pontos de referência a igreja de Santo Antônio do Pari e o Estádio do Canindé, sede da Portuguesa de Desportos. Fundado por pescadores, que escolheram seu nome baseados no uso, muito comum no local na época, de uma armadilha indígena, o “pari”, para fisgar os peixes dos rios Tamanduateí e Tietê; o bairro teve sua história marcada pelo cheiro doce que saía das chaminés das fábricas de biscoitos e guloseimas instaladas décadas atrás.   

Hoje indústrias como Tostines, Neuza e Bela Vista, já se mudaram, abrindo espaço para o comércio de utilidades domésticas que tem crescido diariamente no Pari. São centenas de lojas que agora se atrevem a esconder os restaurantes e estabelecimentos tradicionais, especializados em diferentes culinárias, maravilhosos que o distrito possuí.

Marjoritariamente simples, chegando às vezes a possuir decoração antiquada, os ambientes são familiares, tendo a presença dos donos diariamente e preços acessíveis. Toda a variedade encontrada deve-se ao encontro das diversas gerações de imigrantes que passaram a viver a partir do final do século XVI. Portugueses, italianos, libaneses, coreanos e, mais recentemente, bolivianos, habitam o Pari e ali reproduzem as receitas tradicionais que suas famílias costumavam fazer em suas próprias casas. Todo esse mix de culturas transformou o distrito em um incipiente pólo gastronômico na capital paulistana.

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É comum ver três gerações de uma mesma família dividindo algumas das enormes porções de bacalhau da Casa Santos. Qualquer que seja a receita e o modo de preparo do os preços são os mesmos: 59 reais (para uma ou duas pessoas), 129 reais (para três) e 195 reais (para cinco). Nessa casa a procura pelo bacalhau é tão grande que os fornecedores entregam de 300 a 350 quilos por semana. “Num sábado dos bons, chegamos a vender entre 600 e 700 bolinhos de bacalhau”, conta Sônia Osório, uma das donas. 

 Localizado na rua Barão de Ladário o Restaurante do Líbano, da família Mohamad e Hanie Moussa entrou no mundo gastronômico reproduzindo pratos típicos libaneses que eram costumeiramente produzidos na cozinha do casal. “Passamos a servir as mesmas receitas que minha mãe fazia em nossa casa”, conta o filho Hassan Moussa, que administra o salão. “Ficávamos felizes nos dias em que atendíamos a três ou quatro mesas.”Em 2005, o restaurante mudou do número 907 para o 831 da mesma via, em instalações maiores e mais modernas, e trocou o nome para Casa Líbano. Nas paredes há belas fotos de cidades libanesas, em preto-e-branco. Logo na entrada fica o café e, no fundo, está instalada a mercearia da qual se pode levar produtos importados do Oriente Médio, como frutas secas e narguilés, além do açougue islâmico,(onde estão à venda cortes obtidos segundo preceitos muçulmanos. Essa carne com corte especial é a matéria-prima de itens como o quibe, a esfiha e a cafta servidos no restaurante que não vende bebidas alcoólicas.      

Os 15 centímetros de diâmetro da massa são a medida que faz a fama das esfihas preparadas no Rei das Esfihas. Conhecidíssimo pelos apreciadores do quitute, o restaurante tem a 30 anos um único garçon, Tadeu Dantas, que atende sozinho aos 36 lugares do salão. Na cozinha, doze pessoas encarregadas de dar conta dos pedidos espremem-se na cozinha, à vista do cliente, para preparar a massa, enrolá-la, recheá-la  e mandá-la ao forno. Podendo ser de carne, mussarela, calabresa, provolone, escarola, presunto, palmito ou calabresa com catupiry No início deste ano, as esfihas gigantes passaram a fazer parte do cardápio da Barakiah, lanchonete com ambiente mais amplo e fachada envidraçada que os mesmos donos do Rei das Esfihas inauguraram numa esquina a cerca de 200 metros da casa original.   

A relação  do fundador do Recanto do Líbano, Manuel Ferreira, e os doces árabes, vem de 1970. Quando o mineiro desembarcou em São Paulo para trabalhar como faxineiro em uma confeitaria e passou a observar os cozinheiros preparando doces.
Em 1989, deixou de ser empregado e abriu a própria fábrica, que hoje tem cinco funcionários que preparam 2.000 doces por dia, sob o atento olhar do dono do empreendimento. Vendidos no pequeno e simplório salão ou despachados para clientes (como o Empório Tio Ali, os restaurantes Congonhas Grill, do Aeroporto de Congonhas e Esfiha Imigrantes, na Saúde) os deliciosos doces são um sucesso. 

       
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Além dos estabelecimentos há das 11h às 19h aos domingo, na Rua das Olarias, uma Feira Livre Andina. Ponto de encontro de milhares de bolivianos que vivem em São Paulo, os vendedores circulam por um trecho de cerca de 200 metros da rua, até a praça Kantuta. Em cerca de oitenta barracas, é possível comprar artesanato, vestimentas, alimentos, como pães, diversos tipos de batata e de milho, caixinhas de chá de folha de coca e quinoa e comer receitas típicas, como frango churrasqueado, saltenhas apimentadas, anticucho, tendo como bebidas, suco de amendoim batido, refresco de pêssego e o refrigerante peruano Inca-Cola, de cor amarelada.

   

Casa Santos. Rua Conselheiro Dantas, 92, Pari, 3228-5971.

Casa Líbano. Rua Barão de Ladário, 831, Pari, 3313-0289. 

Rei das Esfihas. Rua Doutor Ornelas, 58, Pari, 3313-0022. 

Barakiah. Rua Coronel Moraes, 396, Pari, 6096-2938. 

Recanto do Líbano. Rua Santa Rita, 1003, Pari, 6692-3505.

Feira da Bolívia. Rua das Olarias, esquina com Praça Kantuta. Domingo, das 11h às 19h. 

 Heloísa Gonçalves Pinto



Bar do Mané
Setembro 20, 2007, 8:36 pm
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O Mercado Municipal Paulistano foi construído para substituir o mercado velho que ficava na Rua 25 de Março, local onde os ambulantes vendiam de tudo.  

Hoje, nas barracas do municipal, contando com 291 boxes, ainda pode-se encontrar de tudo: de sementes a frutas populares exóticas e inclusive, o famoso sanduíche de Mortadela, encontrado no Bar do Mané, da família Cardoso Loureiro. 

Nem mesmo a própria família contava com a imensa popularidade do sanduíche, que aconteceu devido ao seu preço acessível e pela grande quantidade de mortadela presente nos lanches, feitos com mortadelas de tripas naturais, cortadas à mão. 

Atualmente, devido a grande demanda existem oito funcionários cuidando do sanduíche, produzindo em média 800 a 900 por dia, sendo que um deles fica somente na máquina de fatiamento. 

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A mortadela surgiu a mais de 2 mil anos e é um prato típico italiano, vindo de Bolonha, com 70% de carne bovina e 30% suína, considerada um alimento do “povo”, principalmente no Brasil. 

Para quem gosta de mortadela e nunca provou o lanche, está perdendo tempo!Pois a mortadela é realmente de qualidade e a seu gosto.

O sucesso do Bar do Seu Mané não tem prazo para o fim, já que seu filho Marco Antonio Loureiro está levando o sanduíche de mortadela mais popular de São Paulo para sua quarta geração.   

O Mercadão se localiza na Rua da Cantareira, nº 306 – Parque Dom Pedro II

Principais vias de acesso:
- Rua da Cantareira
- Av. do Estado
- Av. Senador Queiroz
- Av. Mercúrio
- Rua 25 de Março
 

O Bar do Mané está dentro do Mercadão na Rua E – Box 14 e funciona de Segunda a Domingo.

Horários de Funcionamento:

Segunda a Sexta – 4:00 às 16:00 Hrs
Sábado
– 4:00 às 17:00 Hrs
Domingo
– 6:00 às 14:00

Jenifer R. Rosa



Que prato melhor representa o paulistano?!
Setembro 13, 2007, 4:06 am
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A rede Globo criou uma série especial sobre a gastronomia paulistana, exibida durante o programa SPTV, a SP na Mesa mostra os pratos mais populares da capital paulista e promove uma votação que elegerá o prato que melhor representa a cidade de São Paulo.
A escolha é dificílima, por tratar-se de uma capital gastronômica e com toda a miscigenação que lhe é característica, é impossível que São Paulo eleja um único prato.

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Os pratos que estão concorrendo são:

Pizza Marguerita
(Massa com uma boa camada de molho de tomate, coberta por mussarela laminada, rodelas de tomate, manjericão, polvilhada com orégano e regada com azeite)

Pastel
(Massa fina frita e recheada por carne moída, queijo minas, queijo gruyère, tomate seco e azeitonas; com toques de azeite, limão, pimenta verde, sal, cebolinha verde, cebola batida)

Sushi
(Rolinho de algas recheado com arroz/gohan, salmão crú e alface, a maionese é opcional)

Bauru
(Pão francês recheado queijo gouda, queijo gruyère, mussarela, rosbife e rodelas de tomate)   

Esfiha
(Massa recheada por carne moída, tomate sem sementes e maionese, com toques de sal, limão, hortelã, cebola e pimenta verde)

Virado à Paulista
(Feijão com farinha de mandioca, pedaços de paio, tomate fresco picado, tomate amassado e pimentão temperado com alho moído e a cebola picada. Servido com pedaços da costelinha e da lingüiça dispostos a sua volta e acompanhado de arroz branco e couve refogada.)

Spaghetti ao Sugo
(Macarrão spaghetti com azeite, alho e manjericão servido com molho de tomate, temperado com  folhas de louro, pimenta verde, páprica doce cebola e orégano, coberto por queijo tipo parmesão ralado.)

Feijoada Light
(Feijão preto com paio defumado, lingüiça calabresa defumada, ingüiça portuguesa, carne de sol, costelinha defumada, bacon defumado, lingüiça calibre fino defumada, temperado com limão, sal, pimenta verde, cebola, alho e cebolinha verde. Servido com arroz branco e couve refogada.)
 

Cuscuz Paulista
(Farinha de milho e farinha de mandioca com camarões flambados ou pedaços de frango cozido, ovos cozidos, palmitos, anchovas, ervilhas, beterrabas e azeitonas. Com molho a base de tomates picados, tomates enlatado sem pele, caldo de legumes, azeite, alho e cebola.)

Todos os pratos utilizam as receitas da chef Eliane Carvalho.

Para obter as receitas completas, ver as fotos dos pratos e participar da votação basta entrar no site do SPTV, mais exatamente na sessão SP na mesa.

A votação ocorrerá até o mês de novembro.

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      Heloísa Gonçalves Pinto 



La Cuisine du Soleil – Mais de 25 anos de Tradição
Setembro 6, 2007, 6:42 pm
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Considerado um dos melhores restaurantes de São Paulo La Cuisine du Soleil é um ótimo restaurante para quem procura requinte e um lugar de luxo.A Casa está aberta desde 1979, foi o chef francês Roger Vergé que trouxe as bases desse restaurante e foi pioneiro da nouvelle cuisine no país, que hoje é lembrado como o local ideal para jantares íntimos, num ambiente clássico e de bom gosto. Atualmente seu chef é o baiano de Amargosa, Léo Filho, que aprendeu a cozinhar aos nove anos de idade com a avó. Aos 12 já tinha certeza de sua vocação, com isso foi para Salvador fazer o curso do Senac.
Em São Paulo trabalhou no São Paulo Hilton Hotel e depois foi para o Maksoud Plaza. Lá teve a oportunidade de aprender com chefs franceses, mas só depois de um estágio na França, assumiu a cozinha do La Cuisine du Soleil.
Sua decoração é marcada por quadros contemporâneos como Mabe e Fukushima.

Seus menus são sazonais, revezando a cada estação, mas as especialidades da casa são as carnes, aves, peixes e os frutos do mar. Com o preço médio de serviço de R$65,00 seu cardápio ainda é completado por diversos tipos de pratos leves para todos os paladares.Entre os pratos sugeridos por especialistas estão o pato selvagem assado com compota de maçãs e endívia grelhada, os camarões ao curry com chutney de mangas e filet mignon Mathurini. Outro grande ponto que assegura a preferência de La Cuisine du Soleil é sua carta de vinho, com mais de 600 sugestões, dos mais raros aos de melhores ofertas do mercado nacional, é considerada a melhor de toda América Latina.

O Restaurante se localiza no Hotel Maksoud Plaza, bairro dos Jardins, na Al. Campinas, 150, São Paulo-SP.   

Jenifer R. Rosa